As Cataratas dos Couros reúnem quedas, corredeiras, paredões e poços em uma paisagem de grande escala. Entre os nomes usados estão Muralha, São Vicente (também chamada Almécegas Mil) e Buracão. A nomenclatura de cada queda pode variar entre moradores, operadores e mapas, por isso é melhor combinar o circuito pelo trajeto e pelos pontos de parada, além do nome.
A orientação da gestão parte do portal de Alto Paraíso: cerca de 18 km pela GO-118 em direção a Brasília e mais 20 km pela GO-575 até a entrada do parque. Solicite ao guia a localização do estacionamento e as condições do trecho final; a distância até cada queda depende do circuito. Entre novembro e abril, a água costuma ganhar força; mais volume significa também maior necessidade de restrição de banho e atenção às mudanças do rio.
O nome Couros é associado, na tradição relatada, à lavagem de peles de veados provenientes da caça. Na visita de hoje, a experiência combina observação das quedas e caminhada entre diferentes níveis do terreno. Para almoçar, conheça a comida de Dona Luzia e Dona Eleuza, com reserva antes da trilha. As informações de refeições e estacionamento são locais e devem ser reconfirmadas.
O Parque Estadual Águas do Paraíso foi criado em 14 de setembro de 2020 e tem 5.682 hectares. A entrada é gratuita, guia obrigatório e grupos de até seis pessoas. A visitação funciona das 8h às 17h, com entrada até 15h. Acampamento, inclusive no estacionamento, bebidas alcoólicas, fogo, animais domésticos e saltos na água são proibidos; drones dependem de autorização. O circuito oficial distingue Muralha, São Vicente, Parafuso e a sequência final das cataratas.